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Saudade Sadia

                                                               Toda boa arvore da bons frutos.  Jesus

 

Alguém muito querido, com o qual convivemos por muitos anos, onde o relacionamento apesar de não ser constante e perfeito, era agradável, retorna para a pátria Espiritual. Fato esse comum que não exclui ninguém, não poupa qualquer um de nós, acaba deixando em cada coração sensações das mais diversas, misturando ora sentimentos – alegria, amor, afeto, e ora emoções – tristeza, raiva, medo. Considerando que cada um de nos traz impregnado em sua alma (espirito encarnado) as impressões oriundas de – fatos, experiências, sensações, emoções, sentimentos, etc, acumuladas das vidas anteriores, temos perante essa realidade algumas ponderações a serem feitas.

1)    A perda de alguém é sempre esperada nos relacionamentos, sejam eles: - conjugais, familiares, sociais, e de trabalho. Essa perda pode se dar por separações consensual ou litigiosa, deserções, doenças, afastamento, abandono, indiferença, incompatibilidades diversas e também, por que não, através de desencarnação. Mesmo considerando que as informações que temos diz ser que nada é perpetuo, não significa que gostemos de pensar sobre o assunto, mas ele é presente, queiramos ou não.

2)    Muitas pessoas fazem algo ainda mais difícil, que é o partir, por “se perder na vida”, seja alegando amor em excesso, desavenças inconciliáveis, desídia do outro, maus tratos, perda do auto amor.

3)    Sabemos que não podemos exigir submissão de ninguém aos nossos caprichos, mas é difícil dizer ao outro para alçar o seu voo, ir conhecer o mundo e ser feliz, principalmente quando longe de nós.

Vamos agora considerar que aconteceu aquilo que menos desejávamos fato esse que pode nos surpreender ou apenas cristalizar o que sabíamos ser inevitável. Como proceder? Qual caminho seguir e qual caminho desejar ao outro? Iremos agir ou reagir a essa situação? Que devemos pensar e que não devemos pensar do outro e de nós mesmos? Que emoção ou sentimento iremos alimentar dentro de nós e por quanto tempo? Todas essas são questões importantes. Entretanto, devemos saber que temos um dever a cumprir qual seja  o de nos proteger, amparar, buscar as melhores soluções para todos e isso nos inclui. Pessoas maduras e conscientes buscam em um primeiro momento verificar se poderia ter feito algo diferente antes de ocorrer à separação. Com essa informação faz um balanço de suas atitudes perante a vida, sem criticas ou qualquer insinuação de culpa ou impotência, apenas no intuito de se conhecer. Em seguida, refaz os pontos (se existirem) que precisam ser transformados interiormente e segue pela vida sem olhar para trás, não se cristalizando no passado, para não nos transformarmos em estatua de sal. O importante é ter e manter uma saudade sadia em relação àquelas pessoas com as quais convivemos, e que partiu, sabendo que se for necessário, no amanhã, estaremos todos reunidos novamente, conforme a vontade de Deus Criador.

 

Para pensarmos******

A saudade que pode ser traduzida como uma recordação suave e melancólica de pessoa ausente, local ou coisa distante, é aquela sensação que se deseja voltar a ver ou possuir. Muito parecida com a nostalgia, que nos remete ao passado feliz que julgávamos imperecível no tempo.

Em se tratando de aprendizado tudo que nos prende acaba por nos sufocar, e isso não é adequado, portanto quanto mais conseguirmos libertar o outro mais fácil retomarmos a caminho da alegria e alçarmos o voo da águia. 

 

Sinta saudade sempre, mas, procure não manter o outro ou a você mesmo em desespero. O excesso de saudade é doentio e demonstra que ainda não aprendemos a amar.

Entre amar e ser amado, escolha amar, pois São Francisco nos disse que é amando que se é amado! E é perdoando que somos perdoados!

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