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O mal de Parkinson – aprendizado ou resgate para o Espírito?

O que é Doença  de Parkinson (DP)?
A Doença de Parkinson é uma doença degenerativa do sistema nervoso central, crônica e progressiva. É causada por uma diminuição intensa da produção de dopamina, que é um neurotransmissor (substância química que ajuda na transmissão de mensagens entre as células nervosas). A dopamina ajuda na realização dos movimentos voluntários do corpo de forma automática, ou seja, não precisamos pensar em cada movimento que nossos músculos realizam, graças à presença dessa substância em nossos cérebros. Na falta dela, particularmente numa pequena região encefálica chamada substância negra, o controle motor do indivíduo é perdido, ocasionando sinais e sintomas característicos, que veremos adiante.

Qual é a causa dessa intensa diminuição na quantidade de dopamina?
Com o envelhecimento, todos os indivíduos saudáveis apresentam morte progressiva das células nervosas que produzem dopamina. Algumas pessoas, entretanto, perdem essas células (e consequentemente diminuem muito mais seus níveis de dopamina) num ritmo muito acelerado e, assim, acabam por manifestar os sintomas da doença. Não se sabe exatamente quais os motivos que levam a essa perda progressiva e exagerada de células nervosas (degeneração), muito embora o empenho de estudiosos deste assunto seja muito grande. Admitimos que mais de um fator deve estar envolvido no desencadeamento da doença. Esses fatores podem ser genéticos ou ambientais.

  MAL PARKINSON – Página 108 

Livro:

             - TRANSTORNOS PSIQUIÁTRICOS E OBSESSIVOS –

 

DIVALDO P. FRANDO,  POR MANOEL PHILOMENO DE MIRANDA

 

 

Em face dessas degenerações, o parkinsonismo, cujas raízes profundas estão no Espírito endividado, ao manifestar-se, enseja também a vinculação morbígena com os adversários vigilantes que lhe pioram o quadro, ensejando, desse modo, a recuperação moral do enfermo... Eis, portanto, como se inicia o tormento obsessivo que nem sempre culmina com a desencarnação do paciente.”

... - Conforme dados estatísticos confiáveis, a população de portadores da doença de Parkinson na Terra, alcança na atualidade 1% das pessoas de mais de 50 anos, o que não deixa de ser quase alarmante. Surgem os primeiros sinais em forma de leves tremores que se tornam mais graves, aumentando progressivamente e consumindo a vítima. Graças à identificação dos neuropeptídeos, a dopamina especialmente, produzida na região denominada substantia nigra, no cérebro, que é encarregada de conduzir as correntes nervosas por todo o corpo, responde por essa cruel problemática da área da saúde. A sua ausência causa o desequilíbrio neurotransmissor, afetando os movimentos e dando lugar a outros distúrbios orgânicos sempre graves, porque irreversíveis.”

 

Como se encaixa aí a vinculação obsessiva?

 

Petitinga refletiu calmamente, e respondeu:

 

- Algumas vezes, desde o berço, os litigantes permanecem mais ou menos vinculados psiquicamente. Aquele que reencarnou sofre a presença doentia do inimigo que o aflige, levando-a a uma infância atormentada, hiperativa ou molesta. Através dos anos, o sitiante aguarda que ocorra algum fator orgânico que lhe proporcione o desforço, instalando o seu pensamento nos delicados tecidos mentais, passando a desestabilizar as sinapses e a gerar perturbações nos diferentes sistemas nervosos simpático e autônomo... “Lentamente tem início os distúrbios em relação á vida vegetativa, à pressão arterial, aos fenômenos respiratórios, facultando a instalação de doenças orgânicas.”

Nos processos degenerativos parkinsonianos, esse procedimento vibratório mais inibe a produção de dopamina e afeta igualmente as musculaturas vinculadas ao sistema nervoso autônomo, dando lugar à perda de equilíbrio. Compreendemos, porém, que nem todos os casos tenham influênciação obsessivas, porque há muitos Espíritos em recuperação dos seus delitos, mas portadores de outros valores que os resguardam da interferência malsã dos inimigos desencarnados.”

Quando os investigadores científicos puderem dedicar maior atenção às pesquisas parapsíquicas, especialmente aquelas de natureza mediúnica – pois que, na base da ocorrência, sempre se está diante de um fenômeno mediúnico de longo porte – serão encontradas respostas para muitas incógnitas defrontadas nas terapêuticas aplicadas às enfermidades.”

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