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  Eu e o outro

 

O assunto poderia  ser  Nós” e não “Eu e o outro”. Não se trata  aqui de particularizar algum assunto mais especifico, intrínseco ou mais filosófico. Trata-se de buscar uma equação que possa dar existência real aquilo que somos. E não no sentido material ou humano, mas no sentido Espiritual. Partirei dizendo aquilo que os amigos espirituais nos ensinam:

Somos espíritos em uma experiência humana e não humanos em uma experiência espiritual.

Aos meus muitos corpos, que já me serviram com muita dedicação, sempre  sobreviveu o Eu espirito, creado por Deus, por ser eterno e em constante aprendizado. Portanto sou espiritualmente aquilo que consegui aprender nas múltiplas existências. De igual, o Outro também é um espirito creado por Deus, para ser imortal e em constante aprendizado. Deste modo, eu e o outro, somos parceiros na escola da vida, cada um contribuindo para que na somatória haja um perene aprendizado. Esse aprendizado pode em alguma etapa ser mais abrangente e acelerado para um de nos, e mais restrito, brando e vagaroso para o outro. A posteriori, eu e o outro, teremos aprendido igualmente por  isonomia das aplicações das leis Divinas, o que nos torna cumplices/companheiros nos desafios da vida.  Cumplicidade é importante pois,  cada um assume um papel preponderante no relacionamento, o que possibilita que haja uma interação do tipo eu-você. Cada um aprendendo algo traz a sensação de amplitude e isso beneficia os dois diretamente. Quando Jesus disse “ Eu e o Pai somos um” deixou explicito que ambos comungavam das mesmas intenções, ou seja, libertar um povo preso as amarras criadas pelas mesmas situações vivenciadas por através de milênios.  

Poderia ser   egoísmo, ou excesso de bem querer-se imaginar que sozinhos conseguiremos progressos maiores quando comparamos ao progresso que alcançamos ao lado daqueles que nos acompanha. Fomos criados por Deus para vivermos em sociedade de modo que o  isolamento não traz  benéficos a ninguém. Ser ermitão é demonstrar egoísmo, orgulho, vaidade, prepotência, etc, tudo que contrarie o amor ao próximo.

Eu e você, você e eu, somos companheiros caminhantes pela mesma estrada da vida. Hoje podemos pensar e sentir momentos de raiva, medo, tristeza ao imaginarmos sendo traído sou abandonados  pelo outro e que seria melhor o distanciamento. Não podemos esquecer que “ dor” compartilhada é dor dividida e que “ amor” compartilhado é amor multiplicado. Essas pequenas verdades deve nortear o nosso caminho. Caminheiros da imortalidade, pois o Espirito é imortal, importa partilharmos as experiências da vida, de modo que todos evoluam em sintonia as necessidades decorrentes da leis Divinas e Universais.

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