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LEIS DIVINAS

 

 

SÍNTESE DAS DEZ LEIS MORAIS

 

Não devemos confundir as 10 leis morais com os 10 mandamentos. Os mandamentos estão contidos nas leis morais, principalmente na lei de – JUSTIÇA, AMOR E CARIDADE. Com a evolução gradativa do Espirito no transcorrer dos milênios, os mandamentos sofrem atualizações naturais, enquanto as leis morais continuam irretocáveis na infinitude do tempo.

As leis morais têm a sua aplicação em todo o universo, seja no mundo material ou no espiritual. Tudo segue essas leis. A sua aplicação independe da aceitação ou seja, da boa ou má vontade do homem (espirito), pois se trata de uma determinação Divina. A natureza segue essa lei sem qualquer contraponto. Podemos dizer que tudo na natureza conspira para nossa evolução. Todos e tudo esta em sintonia com as leis morais e nada progride ou existe sem a mesma.

As leis morais são elas: -

P rogresso

I gualdade

L iberdade

A doração

S ociedade

T rabalho

R eprodução

A mor, justiça e caridade

 

C onservação

D estruição

 

Lei de Progresso – Há uma inexorabilidade. Quer estejamos encarnados ou desencarnados, todos estaremos sujeitos à lei do progresso. Progride-se em todos os níveis ou em todos os planos. Progride-se em espirito – sabedoria e amor. Portanto, nada de programar a vida visando sucessivas encarnações no planeta Terra, pois todo o universo é habitado pelos espíritos.  O bom senso deve nos guiar em busca da nossa evolução. O Cristo disse – os mansos herdarão a terra. Façamos por merecer esse planeta que ainda é de provas e expiações. 

 

Lei de Igualdade – Embora todos os Espíritos tenham partido de um mesmo ponto ou referencial, uns progrediram mais do que os outros. A desigualdade refere-se apenas ao mérito. Pela lei de Amor, Justiça e Caridade todos somos iguais perante o “PAI”. Não existindo apadrinhamento ou beneplácito com um em detrimento do outro. A cada um segundo suas obras.

 

Lei de Liberdade – Quanto maior for à obediência à lei de Deus, maior a liberdade dos seres humanos.  Aqui se encerra o Livre Arbítrio, tão apregoado, mas, tão pouco entendido. Podemos dizer que “quanto maior a obediências as leis divinas, maior o livre arbítrio”. Quanto mais nos protegermos mais liberdade teremos no caminhamento de nossa evolução.

 

Lei de Adoração – Mostra o sentimento inato que todos os seres viventes possuem da divindade. Seja o espirito instruído ou recém-criado (creado) por Deus, todos tem adoração por algo superior ao seu entendimento. Precisamos de Deus, como precisamos do ar que respiramos. Somos sua obra e devemos ter fidelidade ao Criador.

 

Lei de Sociedade – Todos os indivíduos têm responsabilidade para com os outros seres humanos e com as demais criaturas. Os mais fortes devem ajudar os mais fracos; os mais inteligentes, os menos. A união faz a força e essa força faz com que todos possam progredir igualmente. A cruz é sempre a mesma, quando nos fortalecemos ela é leve e quando nos enfraquecemos ela é mais pesada. A cada um a sua cruz.

 

 

Lei do Trabalho – É uma necessidade de todas as criaturas. A necessidade é a consciência de que os falta algo. Não se deve confundir trabalho com emprego. Alguns trabalham e não têm emprego; outros têm emprego e não trabalham. Como disse Jesus “O MEU PAI SEMPRE TRABALHA”.

Trabalhar é sinônimo de educar-se para o futuro. Plantar para poder colher. A plantação é livre mas, a colheita é obrigatória.

 

Lei de Reprodução – Relativo à reencarnação. Mostra a necessidade de purificação ou desmaterialização do Espírito. Enquanto o espirito estiver envolto em matéria devera passar pelo processo reencarnatório até que alcance o Estado Cristico – Espirito Puro. A meta do espirito é se Desmaterializar.

 

Lei de Amor, Justiça e Caridade – É a mais importante, porque resume as leis anteriores. Amai-vos e instrui-vos, essa é a recomendação dos Espíritos amigos. Benevolência, Indulgencia e Perdão (BIP) é a regra para amar ao próximo. O sorriso é uma das caridades essenciais á vida, a boa prosa é remédio para muitas dores. O Perdão é necessidade básica, mas não suficiente. Reconciliação e depois esquecimento são ações que devem seguir ao perdão.

 

 

Lei de  Conservação – Em vida material ou depois dela, todos sentimos intuitivamente a necessidade de progredir e aperfeiçoar. O que foi conquistado pelo espirito fica integrado a ele. Tanto na  vida espiritual como na material, o espirito acumula conhecimento e nada se perde com o que foi vivenciado, tudo se amplia com as experiências vividas. Somos hoje aquilo que fomos ontem e seremos amanhã o resultado da somatória de tudo que fizemos até o momento. Nada de deixar para amanhã o amor que deve ser exercitado hoje.

 

Lei de Destruição – A destruição é necessária para que haja  melhoramento/transformação de novos corpos e apareçam espécies mais inteligentes e mais aplicadas perante as leis Divinas. É a renovação e melhoria dos seres vivos. As leis existem como corrigenda se não como punição. O Criador não pune apenas corrige com amor as suas criaturas.

 

 

MODELO OU GUIA DAS LEIS MORAIS

 

DEUS

O nosso ponto de partida é Deus, pois foi Ele quem promulgou todas as leis. Contudo, esse termo encerra uma grande dificuldade, pois além de O tratarmos de forma antropomórfica – dar-Lhe as dimensões humanas –, acabamos também O confundindo com o todo universal (Panteísmo). Embora nos falte um sentido para compreender a divindade, há um elemento primordial que pertence a todos os indivíduos, ou seja, a ideia inata de Deus. Isto porque, sendo todos criados por Ele, Dele devemos necessariamente ter a lembrança. Como há ainda muita distância entre o nossa perfeição e a perfeição de Deus, os Espíritos superiores nos indicaram um ser angelical para que servisse de modelo, e fosse objeto de nossa reflexão. O seu nome é Jesus, o Cristo.

 

 

 

 

JESUS, O CRISTO.

Reencarnou entre nós há dois mil anos e nos trouxe o Evangelho, a Boa Nova, as Bem-Aventuranças, estas proferidas na frauda de um monte, por isso chamado Sermão do Monte ou da MONTANHA, em que faz um resumo das leis morais que a humanidade devia seguir. Antes da vinda de Cristo, os fariseus procuraram realizar a santidade da Lei através de uma exatidão escrupulosa. Desprezando a voz interior da consciência, o resultado foi a desumanização da santidade e o abandono dos bens supremos do amor pelas insignificâncias mais meticulosas da antiga Lei.

Já Cristo combate a moral exterior (codificada nos preceitos), e revela o valor íntimo da consciência aberta para o olhar de Deus. É Deus quem julga as intenções ocultas. Para Cristo, a lâmpada do corpo é o olho da intenção. Se esse olho for puro, o será também todo o corpo. Mas, se a luz do homem tornar-se trevas, ele só poderá caminhar rumo à perdição.

 

 

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

O Evangelho Segundo o Espiritismo é o Evangelho de Jesus, estudado por Allan Kardec e melhorado pelas comunicações de eminentes Espíritos. O cuidado foi tanto com a questão moral que, das cinco partes contidas nos Evangelhos, Kardec procurou deixar de lado as profecias, as notícias históricas, os milagres e as palavras que serviram para a edificação dos dogmas da Igreja, para se dedicar exclusivamente aos ensinamentos morais, pois achava que estes não estavam sujeitos a controvérsias e poderiam ser praticados por qualquer pessoa, em qualquer lugar do globo. Dava-lhe um caráter eminentemente necessário e universal.

 

7. CONCLUSÃO

Somos irmãos. Caminhamos por caminhos únicos e devemos sempre estar em vigilância. O Mestre recomendou – Vigiar e Orar. Oremos pelos outros e vigiamos a nos para não cairmos em tentações. Esqueçamo-nos de nós mesmos, das nossas dificuldades, do nosso egoísmo, da nossa limitação e empenhemo-nos na divulgação e na aplicação da Boa Nova. Somente assim conseguiremos construir um mundo novo e evangelizado.

 

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